quinta-feira, 9 de julho de 2020

Nascido para lutar

-Tema: MOTIVACIONAL
“E os filhos lutavam no ventre dela; então ela disse: Por que estou eu assim? E foi consultar ao Senhor”
Gênesis 25.22
-Introdução: A vida de Jacó foi marcada por lutas desde o ventre de sua mãe, quando ali lutava com seu irmão (Gênesis 25.20-27). Rebeca não sabia que estava grávida de gêmeos, mas sentia que havia um combate em seu ventre e como não tinha um médico, “foi consultar ao Senhor” e Deus lhe disse que haviam duas nações em seu ventre (Gênesis 25.23).
Talvez você também tem uma vida marcada por lutas em toda sua história e parece que você nasceu para lutar. Tudo o que faz é marcado por combates e perseguições e nada é fácil pra você. Esta palavra é para sua vida, lutador/a e guerreiro/a.

Você nasceu para lutar?

Vamos refletir sobre as lutas na vida aprendendo com o exemplo de Jacó:

1- Lutas na família:

Gênesis 27.41 “Esaú, pois, odiava a Jacó por causa da bênção com que seu pai o tinha abençoado, e disse consigo: Vêm chegando os dias de luto por meu pai; então hei de matar Jacó, meu irmão”.
A família de Isaque e Rebeca tinha muitas lutas e estava dividida porque o pai preferia Esaú e a mãe gostava mais de Jacó (Gênesis 25.28). Também havia uma disputa entre os irmãos por causa de suas diferenças e também pelo direito da primogenitura (Gênesis 25.29-34). Rebeca não gostava das esposas de Esaú (Gênesis 26.34,35). Jacó enganou seu pai Isaque com ajuda da mãe Rebeca e tomou o direito da primogenitura de seu irmão Esaú (Gênesis 27.1-42). Com isso Jacó teve que fugir de seu irmão Esaú que o odiava e a família ficou dividida por muito tempo (Gênesis 27.43-45).
Quando Jacó se casou também teve lutas para conseguir se casar com Raquel e trabalhou quatorze anos por ela (Gênesis 31.41). Seus filhos odiavam ao irmão José e lhe venderam como escravo (Gênesis 37.28).
Quando enfrentamos lutas na família precisamos pedir a Deus que nos dê sabedoria para reedificar nosso lar (Mateus 7.24-27). Não podemos aceitar divisão na família porque as consequências são desastrosas (Mateus 12.25). Lute a favor da união de sua família e não contra seus familiares (Mateus 10.36).
Você tem enfrentado lutas na família?
Nas lutas familiares a família precisa vencer unida!

2- Lutas no trabalho:

Gênesis 31.41 “Estive vinte anos em tua casa; catorze anos te servi por tuas duas filhas, e seis anos por teu rebanho; dez vezes mudaste o meu salário”.
Jacó era pastor de ovelhas (Gênesis 25.27) e quando foi morar com seu sogro Labão, fez um trato de ficar com a parte do rebanho malhada e então Deus fazia com que se aumentasse mais os nascimentos de ovelhas malhadas. Jacó tinha sabedoria e colocava o rebanho diante de galhos onde as sombras serviam de camuflagem para as ovelhas malhadas (Gênesis 30.37).
Mas seu sogro mudou o trato dez vezes, mas “Quando ele dizia assim: Os salpicados serão o teu salário; então todo o rebanho dava salpicados. E quando ele dizia assim: Os listrados serão o teu salário, então todo o rebanho dava listrados” (Gênesis 31.8). Jacó era abençoado porque era dizimista e tinha uma aliança com Deus (Gênesis 28.22).
Se você enfrenta lutas no trabalho e vida profissional, peça ao Senhor que abra as portas para sua vida, mas para isso é preciso que seja fiel a Deus como dizimista (Malaquias 3.10). Quando honramos a Deus com nossas primícias, o Senhor também nos dá abundância (Provérbios 3.9). Tudo isso deve ser feito por fé e amor ao Senhor, com gratidão e nunca como troca ou barganha.
Você está passando por lutas no trabalho?
Seja fiel a Deus e o Senhor te ajudará!

3- Lutas espirituais:

Gênesis 32.24 “Jacó, porém, ficou só; e lutava com ele um homem até o romper do dia”.
Uma cena que marcou a vida foi quando resolveu retornar ao encontro de sua família, especialmente para se reconciliar com seu irmão Esaú. No meio do caminho, quando passou na parte rasa do rio Jordão, local chamado ‘vau de Jaboque’ se encontrou com um anjo do Senhor que o detinha, mas Jacó estava determinado a seguir e lutou pedindo a bênção Divina (Gênesis 32.26).
A partir deste momento Jacó aprendeu a lutar com Deus e pedir a ajuda do Senhor para tudo em sua vida. Se tornou um verdadeiro homem de fé marcado pelo seus encontro com o Senhor.
Também enfrentamos lutas espirituais em nossas vidas. Lutamos com poderes invisíveis (Efésios 6.12), mas quando aprendemos a lutar com a ajuda de Deus, temos a certeza da vitória porque passamos alutar com as armas e a maneira correta (II Coríntios 10.3,4). Antes, quando lutávamos na carne, combatíamos com as pessoas e não contra o mal que os aflige. Hoje podemos vencer tudo com o poder que vem de Deus.
Você está lutando espiritualmente?
Não lute na carne, mas no Espírito!

Não desista de lutar!

-CONCLUSÃO: Gênesis 32.28 “Então disse: Não te chamarás mais Jacó, mas Israel; porque tens lutado com Deus e com os homens e tens prevalecido”.
Deus falou com Jacó que seu nome seria mudado para Israel que significa príncipe de Deus ou ‘aquele que reina com Deus’1. Este nome marcou sua vida para se tornar um vencedor.
Se você é um lutador e guerreiro, saiba que Deus tem vitória pra você e te faz um príncipe ou princesa para ser “mais que vencedores por meio daquele que nos amou” (Romanos 8.37).

Deus tem vitória pra sua vida!

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Citações Bíblicas: Bíblia Revista e Atualizada, Sociedade Bíblica do Brasil.
1 STONG, James. Dicionário Grego do Novo Testamento. Bíblia de Estudo Palavras-Chave: Hebraico. Grego. Tradução de João Ferreira de Almeida. Edição Revista e Corrigida. Rio de Janeiro: CPAD, 2011. Página 1697, verbete 3478.

Como evangelizar?

-Tema: MISSÃO
“não me esquivei de vos anunciar coisa alguma que útil seja, ensinando-vos publicamente e de casa em casa”. Atos 20.20
-Introdução: Ser testemunha de Jesus em todo tempo e lugar. Em sua casa, na rua e na Igreja. O limite para o testemunho cristão começa em Jerusalém, que representa onde estamos perto, na Judéia, que pode ser o local mais próximo de nós, em Samaria, um pouco mais adiante e “até os confins da terra” (Atos 1.8).
No versículo citado o apóstolo Paulo deixa claro que evangeliza em todos os lugares, tanto de casa em casa como publicamente (v.20), mas também deixa claro em seguida que evangeliza todo tipo de pessoas (Atos 20.21) e se preocupava em ensinar todo o conteúdo do evangelho (Atos 20.27).

Como, quem e onde evangelizar?

Vejamos 3 formas de testemunhar de Jesus através dos principais modelos de evangelização:

1- Evangelização pessoal: João 1.35-37; 40-46

A primeira forma de evangelizar é pessoalmente, ou seja, falando direto com a pessoa que desejamos levar até Jesus. Antes é necessário orar preparando sua vida e também intercedendo por quem desejamos evangelizar.
Foi assim que aconteceu quando João Batista anunciou que Jesus era o Cordeiro de Deus apontando para Ele quando passava pelo Jordão (v.36), então dois discípulos de João seguiram a Jesus (v.37), que os chamou (v.39). Um destes dois discípulos era André (v.40) e ele chamou seu irmão Pedro (v.41), que também o chamou (v.42). Depois Filipe chamou seu amigo Natanael para seguir a Jesus (v.45).
Esta simples atitude de falar ou convidar faz uma enorme diferença na evangelização. Você deve procurar quem está mais perto de você e anunciar o evangelho de Jesus.
O evangelismo pessoal leva a um testemunho e responsabilidade de quem evangeliza para com quem é evangelizado, desencadeando imediatamente no processo de discipulado.
Evangelize pessoalmente!
                              

2- Discipulado: II Timóteo 2.2

O discipulado é o acompanhamento da pessoa que você evangelizou de forma pessoal. Quando você cuida da pessoa que evangeliza, logo está discipulando a mesma.
Um conceito importante para o discipulado é o de ser discípulo primeiro para depois fazer seus discípulos. O apóstolo Paulo deixa isto claro quando diz para Timóteo que este deveria ensinar aquilo que aprendeu com seu mestre (II Timóteo 2.2).
Jesus foi o maior exemplo de discipulador, pois chamava as pessoas para o seguir (Marcos 3.14). O discipulado não é uma opção, pois a ordem de Jesus para nós como seus seguidores é que façamos discípulos (Mateus 28.20).
Na era das redes sociais as pessoas procuram seguidores em seu perfil e isso ilustra o que é o discipulado. Quando você busca o perfil de Cristo e segue seus exemplos, outras pessoas que também desejam ter um perfil cristão procuram te seguir.
Faça discípulos!

3- Publicamente: II Timóteo 4.2
Na evangelização pública você promove atos ou eventos públicos para falar de Jesus às pessoas. Isso pode ser na igreja, numa rua ou praça, através da mídia como internet, rádio e TV, ou seja, qualquer meio público para alcançar todo tipo de pessoas.
Evangelizar de forma pública requer recursos e um carisma especial para isso. Nem todos conseguem tal capacidade ou condições para fazer isso, mas a Igreja ou o ministério de Evangelização pode promover atividades evangelísticas para que juntos possam evangelizar publicamente.
As igrejas precisam investir mais em cultos ao ar livre, mutirões de evangelização e cruzadas onde todos juntem forças para ganhar vidas. Esta expressão promove união do povo de Deus no propósito da evangelização.
A vantagem da evangelização pública é que alcança muitas pessoas de uma só vez, mas a desvantagem é que estas pessoas podem não ser conhecidas ou alcançadas pessoalmente. Por isso o trabalho de evangelização pública deve ser consequência ou ter um projeto de evangelismo pessoal e de discipulado das pessoas que foram alcançadas.
Evangelize publicamente!

Não deixe de Evangelizar!

-CONCLUSÃO: Atos 1.8
Nossa tarefa é falar de Jesus para todas as pessoas. Como diz uma máxima missionária “levar todo o evangelho, a todas as pessoas em todo o mundo”. Devemos fazer isso de todas as formas possível. Você pode evangelizar pessoalmente alguém que conhece, fazer um acompanhamento em forma de discipulado e também pode promover o evangelismo público para muitas pessoas de uma vez.

Evangelize de forma pessoal, discipulando ou publicamente!

O que não é Discipulado?

-Tema: DISCIPULADO
“Resguarda o testemunho e sela a lei no coração dos meus discípulos”. Isaías 8.16
-Introdução: Muito se tem falado de discipulado, mas o que é isso? Várias coisas que têm sido feitas são boas, mas nem tudo faz parte do verdadeiro discipulado. Não podemos pensar que apenas uma reunião de estudo bíblico ou culto doméstico seja suficiente sem formar discípulos realmente.

Você sabe o que é discipulado?

Vamos refletir em algumas palavras sobre o que é o que não é Discipulado:

1- COMUNHÃO e não reunião: 

Marcos 6.41 “E, tomando ele os cinco pães e os dois peixes, levantou os olhos ao céu, abençoou e partiu os pães, e deu-os aos seus discípulos para que os pusessem diante deles. E repartiu os dois peixes por todos”.
Jesus viveu muitos momentos marcantes com seus discípulos como este onde aconteceu a multiplicação dos pães. Um destaque deste acontecimento foi que Jesus apenas abençoou os pães e entregou aos discípulos para que eles compartilhassem com as pessoas. Deste modo Jesus estava ensinando seus seguidores que o discipulado acontece através da comunhão com o próximo.
Quando entramos no processo de discipulado, passamos a conviver com outros discípulos em busca de experiência com Deus. O ambiente do discipulado deve ser de paz e acolhimento. Diferente de um ambiente formal de uma reunião comum.
Discipulado é Comunhão e não apenas reunião!

2- CELEBRAÇÃO e não evento: 

João 2.11 “Jesus principiou assim os seus sinais em Caná da Galiléia, e manifestou a sua glória; e os seus discípulos creram nele”.
Os discípulos de Jesus estavam acostumados a ver milagres e ficavam alegres com isso. Por onde passavam vivenciavam coisas sobrenaturais, mas isto não era apenas uma festa e sim experiências que Deus lhes concedia.
Cada encontro ou culto especial do discipulado se torna algo inesquecível. Celebrar é ‘se lembrar’ por isso o culto de uma igreja em discipulado é uma celebração que marca os participantes. Uma igreja de programa vive de eventos, reuniões e programações que são passageiras e são esquecidas com o tempo. Quando os discípulos estão juntos, só o fato de se encontrarem já é o suficiente para satisfazer suas vidas. Os eventos acontecem na igreja de discipulado como consequência de seu trabalho com vidas e não para tentar alcançar vidas.
Discipulado traz Celebração e não eventos!

3- CARÁTER e não modismo: 

João 15.8 “Nisto é glorificado meu Pai, que deis muito fruto; e assim sereis meus discípulos”.
Jesus veio ao mundo para viver a Palavra de Deus e mostrar a verdade de forma encarnada. O legalismo religioso impedia as pessoas de vivenciar a mensagem Divina. Por isso Jesus exigiu vida prática de seus seguidores e não aceitava a hipocrisia dos fariseus. Jesus revelou o caráter de Deus e quer que vivamos segundo a sua vontade.
O discipulado desafia à vida prática de testemunho. Através da convivência o caráter de Cristo é transmitido aos discípulos. Não adianta ficar ensinando pensamentos e doutrinas humanas que não têm efeito prático. As pessoas olham para nossas vidas e querem ver nosso testemunho mais do que ouvir nossas palavras.
Discipulado é buscar o Caráter de Cristo e não modismos!

4- CAPACITAÇÃO e não um movimento: 

Mateus 10.1 “e, chamando os seus doze discípulos, deu-lhes poder sobre os espíritos imundos, para os expulsarem, e para curarem toda a enfermidade e todo o mal”
Jesus preparou seus discípulos para realizar o seu ministério e dar continuidade à obra de Deus através da Igreja que é o Corpo de Cristo na terra. A capacidade espiritual vem primeiramente do poder do Espírito Santo e também pela busca de preparação para realizar a obra de Deus.
Tudo no discipulado tem um propósito. Cada encontro tem o objetivo de preparar os discípulos para a vida cristã. Por isso o discipulado não é apenas um movimento de atividades comuns para distrair as pessoas com entretenimento. A capacitação é um dos objetivos do discipulado. A busca de conhecimento é a necessidade de cada discípulo que deseja aprender mais de seu Mestre. A maior ferramenta para capacitação de discípulos é o estudo da Palavra de Deus.
Discipulado é Capacitação e não apenas um movimento!

5- CRESCIMENTO e não ritual: 

Lucas 6.40 “O discípulo não é superior a seu mestre, mas todo o que for perfeito será como o seu mestre”.
Jesus proporcionava situações onde seus discípulos fossem testados para experimentar o poder de Deus e crescer espiritualmente. O objetivo de Cristo é que seus seguidores se tornassem semelhantes a eles para fazer coisas grandiosas como Jesus fez (João 14.12). Contudo não bastava apenas repetir o que Jesus fazia, mas precisavam buscar o poder de Deus para ter autoridade (Marcos 9.18-28).
O discipulado sempre desafia os participantes a realizar tarefas práticas que o façam a viver o que aprendeu. Isso estimula o crescimento espiritual do discípulo. Um membro comum de igreja, sempre quer que tudo seja como sempre foi. Já o discípulo sempre quer melhorar e está aberto para mudanças que visem seu crescimento e dos irmãos.
Discipulado leva ao Crescimento e não apenas repetição de rituais!

6- CRISTIANISMO e não instituição: 

João 13.35 “Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros”.
O objetivo de Jesus não era fundar uma religião ou organização humana. Disso o mundo já está cheio e saturado. Jesus queria trazer o amor de Deus para salvar o mundo (João 3.16). O verdadeiro cristianismo não é apenas uma instituição e sim a vida prática baseada no amor ao próximo.
Uma marca do discipulado é o valor que dá à vida das pessoas do que para coisas ou eventos. A Igreja de discípulos procura ganhar almas e valoriza sua liderança bem como os demais irmãos enquanto uma igreja institucionalizada está preocupada com títulos e cargos onde as pessoas estão distantes da realidade da comunidade.
Discipulado é viver o Cristianismo e não fazer parte de uma religião!

7- CONTINUAÇÃO e não fase: 

João 8.31 “Jesus dizia, pois, aos judeus que criam nele: Se vós permanecerdes na minha palavra, verdadeiramente sereis meus discípulos”.
Embora Cristo tenha passado um tempo limitado entre seus discípulos na terra, seu propósito é para a eternidade. Seus seguidores foram desafiados a deixar tudo para seguir seu mestre para sempre (Lucas 14.26). Depois de estar com as multidões, Jesus sempre continuava o preparo de seus discípulos quando estava a sós com eles (Mateus 13.36).
Devemos abrir mão de tudo, mas nunca deixar a Palavra de Deus. O processo do discipulado é para a vida toda. Ser discípulo e fazer discípulos se limita a um curso ou tempo fixo de preparo. Por isso, quando entregamos a este propósito de discípula vidas, devemos saber que estaremos dedicando toda a nossa vida em prol da vida de outras pessoas. O discipulado não apenas deve estar na agenda da igreja e dos cristãos e sim deve ser a própria agenda que ocupe o tempo dos discípulos.
O Discipulado deve Continuar e não ficar numa fase!

Seja um Discípulo de Cristo!

-CONCLUSÃO:
A verdade sobre o discipulado desfaz vários enganos a respeito do mesmo.  O discipulado não é uma reunião, um evento, modismo, movimento, instituição ou fase momentânea de uma agenda.
O verdadeiro Discipulado produz Comunhão, Celebração, forma o Caráter cristão, Capacita os discípulos, traz Crescimento e vivencia o Cristianismo na prática e não apenas em ideologias religiosas.

Faça Discípulos!

Melquisedeque: rei de justiça e rei de paz

Melquisedeque, rei de justiça, rei de paz
Gênesis 14.18-20
-Introdução: O nome Melquisedeque é atribuído a uma pessoa, mas o sentido é que era um rei de paz, um sacerdote. Muito se discute se este texto revela uma teofania ou cristofania (manifestação prévia de Cristo ou da presença de Deus no Antigo Testamento), havendo um consenso de que Melquisedeque seja uma tipologia da pessoa de Cristo revelada antecipadamente¹. Então a função deste personagem é apontar para Cristo.

Quem era Melquisedeque?

Vamos aprender algumas características deste personagem comparando a pessoa de Cristo:

1- Sacerdote: Gênesis 14.18-20

O sacerdócio de Melquisedeque é “para sempre” (Salmo 110.4; Hebreus 5.6; 6.20 e 7.3 e 17) porque representa o sacerdócio do próprio Cristo. Somente Jesus é o nosso mediador eternamente (Hebreus 9.15), pois está a direita da majestade nas alturas (Hebreus 1.3). Jesus é o nosso sumo sacerdote não segundo Arão ou a lei (Hebreus 7.11) e sim da “ordem de Melquisedeque” (Salmo 110.4; Hebreus 5.6; 5.10; 6.20 e 7.17).
Como sacerdote, Melquisedeque ministrou:
Pão e vinho (Gênesis 14.18): prefigurando a Santa Ceia ordenada por Cristo como símbolo de seu corpo e sangue (Mateus 26.26-30).
Dízimos (Gênesis 14.20): um sinal de fidelidade e dedicação a Deus.
Jesus é o nosso Sumo Sacerdote superior e eterno (Hebreus 4.14) que nos ministrou seu sangue e seu corpo e também é o Deus dono do céu e a da terra a quem devolvemos nossos dízimos em fidelidade e amor.
Jesus é o verdadeiro Sacerdote!           

2- Rei: Hebreus 7.1,2

Salém era a antiga Jerusalém, que significa terra de paz. O personagem de Melquisedeque se mistura entre ser sacerdote e ser rei assim como Jesus também foi.
Como rei, Melquisedeque operou:
Justiça: levando esperança de justiça para Abraão em meio a luta que enfrentaria. Isso também lembra que Jesus é o único “justo e justificador” (Romanos 3.26).
Paz: Melquisedeque foi um rei de uma terra de paz que foi ao encontro de Abraão em um tempo de guerra. Jesus é o “príncipe da paz” (Isaías 9.6), o único que pode governar em paz e nos ordenar a sua paz (João 14.27).
Jesus entrou triunfante em Jerusalém para mostrar que é o verdadeiro Rei dos reis (Mateus 21.1-11). Em sua condenação estava escrito sobre a cruz como condenação em três idiomas “hebraico, latim e grego” (João 19.20) que Jesus era o Rei dos judeus. Quando Jesus voltar se revelará como o “Rei dos reis e Senhor dos Senhores” (Apocalipse 19.16).
Jesus é o Verdadeiro Rei!

3- Profeta: Hebreus 7.3 e 6

Melquisedeque não tinha linhagem (Hebreus 7.3 e 6), ou seja, ninguém sabia de onde veio ou a qual família pertencia. Abraão não se importou com este detalhe porque já tinha recebido a promessa de que através dele todas as famílias da terra seriam abençoadas (Gênesis 12.3). Mas Abraão precisou da bênção de Melquisedeque para sua família.
Melquisedeque como profeta:
Foi humilde (Hebreus 5.5-10): para mostrar a humildade de Cristo ao se humilhar por nós numa cruz (Filipenses 2.8).
Ensinou a verdade (Hebreus 6.17-20): as palavras de Melquisedeque foram verdadeiras e poderosas para Abraão e as palavras de Jesus trazem vida e libertam por causa da verdade (João 6.68 e 8.32).
Jesus Cristo também tinha uma origem espiritual porque foi gerado do Espírito Santo (Mateus 1.20), mas foi contado na linhagem de Davi para cumprir as profecias (Mateus 1.1). Jesus foi reconhecido como profeta de Deus (Mateus 21.11), sendo sempre humilde e verdadeiro. Jesus é o maior de todos os profetas (Mateus 12.41).
Jesus é o nosso Profeta Maior!

Jesus é o Sacerdote, Rei e Profeta!

-CONCLUSÃO:
Se a função do personagem Melquisedeque era ilustrar ou apontar para Cristo, então seu papel foi realizado com êxito. Mas se a passagem ou aparição de Melquisedeque era a própria pessoa de Cristo, nada impediria que o Verbo Vivo fizesse isso, visto que sempre existiu como Senhor de tudo (João 1.1). O importante é saber que Jesus é o Rei dos reis que traz o Reino de Deus para nossas vidas (Mateus 6.10), também é o nosso sacerdote que intercede por nós (II Timóteo 2.5) e o verdadeiro Profeta que sabe tudo a nosso respeito.
Reconheça a Jesus como seu Sacerdote, Rei e Profeta!
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Citações Bíblicas: Bíblia Revista e Atualizada, Sociedade Bíblica do Brasil.
¹ GARDNER, Paul. Quem é quem na Bíblia Sagrada: a história de todas as personagens da Bíblia. São Paulo: Editora Vida, 205. Páginas 450 e 451.

Procura-se

-Tema: CONVERSÃO   
“Buscai a Deus e vivei”
Amós 5.4-15
-Introdução: O profeta Amós constatou que seu povo não buscava a Deus e por isso estava morrendo, “porque o salário do pecado é a morte” (Romanos 6.23). Amós levanta uma estatística de que 90% de seu povo estava perdido sem Deus (Amós 5.3). A única solução seria voltar e “buscai ao Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto” (Isaías 55.6). Isso nos ensina que antes de procurarmos qualquer coisa devemos buscar a Deus que é a nossa fonte de onde recebemos as bênção (Mateus 7.7,8).
Imagine uma lista de classificados, na coluna de oportunidades a frase: “procura-se pessoas que busquem a Deus”. O que você diria? Esta oportunidade está sendo dada por Deus a nós todos os dias.

O que você tem buscado?

Vamos refletir como Amós ensinou seu povo buscar a Deus e o que devemos procurar:

1- Adoração: v.4-6 “buscai a Deus”.

A presença de Deus é sentida quando adoramos ao Senhor. Por isso o texto repete a expressão “buscai-me e vivei” (v.4) e “buscai ao Senhor e vivei” (v.6). A razão de nossas vidas é para adorar ao nosso Criador (Isaías 43.7).
A adoração não está baseada em um lugar específico como o povo pensava que seria em Betel, Berseba ou Gilgal, mas a verdadeira adoração que Deus quer deve ser no interior do coração, “Mas a hora vem, e agora é, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque o Pai procura a tais que assim o adorem” (João 4.23). Devemos adorar ao Senhor a cada respirar (Salmo 150.6).
Precisamos procurar adorar mais a Deus e investir tempo em louvor ao Senhor. A adoração é a melhor coisa que devemos buscar mesmo nos momentos tristes como fez Jó quando recebeu as piores notícias de sua vida, mas adorou ao Senhor (Jó 1.20) e até mesmo se estivermos presos como Paulo e Silas, nada nos impede de adorar ao Senhor que quebra todas as cadeias e traz libertação (Atos 16.25,26).
Você tem adorado a Deus?
Procure adorar ao Senhor!           

2- Arrependimento: v.7-12 “procurai o que faz o Sete-estrelo e o Órion”.

O profeta Amós protesta contra as injustiças que haviam no meio de seu povo. Os problemas eram:
-Inversão de valores (v.7);
-Rebelião contra a verdade (v.10);
-Opressão aos pobres e menos favorecidos (v.11);
-Corrupção e suborno (v.12).
Amós declara as injustiças que deveriam ser deixadas para um novo tempo de Deus em favor seu povo. Cada um deve se arrepender de seus pecados e buscar a presença de Deus.
Quando o profeta Amós cita às constelações de Sete-estrelo e Órion, está se referindo à sua missão de iluminar as trevas (Gênesis 1.16) e anunciar o amanhecer de um tempo de luz. Na imaginação dos povos antigos a imagem da constelação de Órion lembra um homem em posição de caça e por isso é chamado de ‘o caçador’ *. Isso representa que devemos ser caçadores de Deus buscando sua presença.
Como cristãos devemos ser luz do mundo (Mateus 5.14) e não aceitar as injustiças e mentiras deste mundo, por isso precisamos buscar a luz da Palavra de Deus (Salmo 119.105) e desmentir todo engano com a verdade que liberta (João 8.32). Esta é a mensagem do arrependimento dos pecados que o Espírito Santo opera em nossos corações (João 16.8-11).
Você tem buscado arrependimento?
Procure arrepender de seus pecados!

3- Conversão: v.14,15 “buscai o bem e não o mal” “aborrecei o mal e amai o bem”.

Amós chama o povo a se converter, ou seja, mudar de vida. Todos devem deixar o que é mal e procurar o que é bom (I Pedro 3.11).
A conversão é uma mudança de vida que só pode acontecer quando buscamos ajuda do nosso Criador. Somente o Deus que nos formou pode nos transformar. Mas quando conhecemos a Jesus nos tornamos uma “nova criatura” (II Coríntios 5.17).
Muitas pessoas parecem que gostam de coisas erradas e quando se arrependem de seu mal gosto passam a entender que estavam enganadas. Esta mudança é operada pelo Espírito Santo quando nos convence e nos faz passar a gostar daquilo que Deus gosta e detestar o que Deus reprova (Tiago 4.9).
O que mudou em sua vida?
Busque a conversão de seus viver!

Viva para buscar a Deus!

-CONCLUSÃO:
Amós havia alertado ao povo que se não quisessem buscar a Deus um encontro com o Senhor seria inevitável, pois Deus viria julgar seus pecados (Amós 4.12). O povo estava despreparado para se encontrar com Deus, por isso são chamados a voltar a buscar a presença Divina.
Quando buscamos a Deus tudo muda em nossas vidas. Antes de procurar qualquer coisa ou pessoa, devemos ir ao encontro do Senhor.

Não deixe de buscar a Deus!

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* Bíblia de Estudo de Genebra. São Paulo e Barueri, Cultura Cristã e Sociedade Bíblica do Brasil, 1999. Página 1032.

Mãe Esperança

-Tema: Dia das Mães

II Reis 4.8-37
-Introdução: Ser mãe é viver de esperança. A própria maternidade inicia com uma espera de nove meses pela chegada de um bebê. A partir de então a mãe vive da esperança no apego por seu filho. Esta esperança é o que faz a mãe sobreviver cada dia pensando que o amanhã pode ser melhor.
A mulher sunamita não tem seu nome citado na Bíblia, mas vamos chama-la de Esperança e aprender com seu exemplo e com a história de sua família.

Você precisa de esperança?

Vamos aprender com o exemplo desta mãe:

1- Esperança baseada na Palavra de Deus: v.8-10

A mulher sunamita queria ouvir a Palavra de Deus, por isso recebeu o profeta e pediu seu esposo para reservar um local para hospedar o homem de Deus sempre que viesse. Desde então aquela mulher sempre esperava o profeta para ouvir a mensagem de Deus. Esta era sua esperança, ouvir a voz do Senhor por meio do profeta.
Você mãe que precisa de esperança por seus filhos, busque a força que vem da Palavra de Deus para seu lar.
A esperança de seus filhos vem da Palavra de Deus!

2- Esperança na Provisão de Deus: v.11-17

Quando Eliseu percebeu a bondade da sunamita para com o seu ministério profético, logo quis fazer algo em gratidão. Pensou em pedir alguma coisa ao rei ou ao comandante do exército (v.13), mas ela não quis porque sabia que não precisava de nada além da bênção de Deus. Foi Geazi que deu a ideia de que a mulher deseja ser mãe (v.14) e ela mesma nem deu crédito de início (v.16).
Assim como todas as mulheres daquele tempo, a sunamita também tinha o sonho de ser mãe. Talvez devido a sua idade ela tenha esquecido com o tempo, mas no fundo do coração havia o desejo da maternidade. Foi este o sonho resgatado por Deus quando engravidou e teve seu filho um ano depois (v.17). Deus proveu para ela o filho.
Muitas mães estão cansadas de esperar e às vezes até esquecem de seus sonhos, mas a esperança nunca morre e Deus ressuscita estes sonhos para realizar.
Mãe: espere na provisão de Deus para seu sonho!

3- Esperança que bate nas portas certas: v.18-37

O filho da sunamita tinha nascido e crescido, então um dia ele passou mal e morreu em seu colo (v.20). A reação da mulher foi colocar o menino na cama reservada para Eliseu e fechar a porta do quarto (v.21), depois pediu ao marido para ir falar com o profeta sem dar mais explicações (v.22,23), não quis parar com ninguém (v.24), quando Geazi perguntou se estava tudo bem ela disse que sim (v.26) e mesmo que o profeta tenha mandado Geazi com seu bordão até o menino, ela não se conformou e exigiu sua presença (v.29-33). Sua esperança estava na ajuda do homem de Deus.
Muitas vezes quando estamos em desespero falamos muito nos queixando do que acontece, mas este é um grave erro. O exemplo da mulher sunamita nos ensina que não devemos falar nossos problemas para qualquer pessoa e sim para quem pode nos ajudar.
Você mãe que precisa ressuscitar seu filho que está morrendo por causa de tantas coisas do mundo, não fique falando dele ou sobre o que acontece com qualquer pessoa. Abra seu coração primeiramente a Deus batendo na porta do céu (Mateus 7.7,8) e também se abra com pessoas que realmente são usadas por Deus. Do contrário espere em silencio (Lamentações 3.27 e 29).
Bata nas portas certas e espere em Deus!

Mãe: não perca a Esperança!

CONCLUSÃO

A esperança de uma mãe é contínua. Sempre está esperando algo melhor por seus filhos e família. A esperança nunca é em vão. Baseie a sua esperança na Palavra de Deus que é a fonte da verdadeira fé (Romanos 10.17), espere pela Provisão do Senhor que pode resolver todas as coisas e bata nas portas certas pedindo a Deus sabedoria.
Por pior que seja sua situação e de seus filhos, nunca perca a esperança. Não deixe o desespero tomar conta de sua vida e de seu lar. Ministre esperança no coração de seus filhos e aprenda a olhar tudo esperando que vai melhorar com ajuda de Deus. Leve esperança para seu lar e seus filhos. Nunca desista, há esperança para seus filhos.
Seja uma mãe cheia de esperança!
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Citações Bíblicas: Bíblia Revista e Atualizada, Sociedade Bíblica do Brasil.

Esperança para a Família

-Tema: FAMÍLIA
“Há esperança para o teu futuro, diz o Senhor; pois teus filhos voltarão para os seus termos”.
Jeremias 31.17
-Introdução: As terríveis notícias de destruição de famílias têm abalado a sociedade. Infelizmente muitos já perderam a esperança e se acomodam com divórcio, abandono dos filhos, distanciamento de familiares muitas outras coisas que são contra o propósito de Deus para a família.
Num tempo em que o povo de Israel estava desanimado por causa de seu cativeiro, Deus usa o profeta Jeremias para levar esperança aos que ficaram na terra santa esperando pelo retorno dos que foram levados cativos. A mensagem era que seus filhos voltariam. As famílias separadas seriam reunidas e os lares restaurados.
Do mesmo modo hoje precisamos levar esta notícia a tantos que perderam sua família e esperam restaurar o seu lar. O propósito de Deus é abençoar, cuidar e proteger a família (Gênesis 12.1-3).

Sua família está sem esperança?

Vamos refletir sobre a mensagem de Jeremias no capítulo 31 e aplicar para a família:


1- Através do Amor de Deus: Jeremias 31.1-3

A mensagem do profeta inicia com uma declaração de amor do Senhor para com seu povo:
“...com amor eterno eu te amei; por isso com benignidade te atraí” (v.3).
Somente com o amor de Deus que é eterno o amor da família pode ser restaurado e Deus pode atrair de volta os que se foram. Quando o amor humano se finda o amor de Deus, que jamais acaba nos renova em seu amor por nosso lar.
Busque o amor de Deus para sua família!

2- Com os Sonhos de Deus: Jeremias 31.4-6

O povo que vivia sem expectativa de fazer nada agora recebe uma mensagem de Deus que poderiam plantar e sonhar em colher e que voltariam ao monte Sião na casa de Deus.
Toda família é constituída de sonhos. Um casal se une sonhando em ser feliz, mas muitos perdem seus sonhos com o tempo. Quando buscamos os sonhos de Deus para a família, Deus restaura o ânimo para lutar e reconstruir o lar. Os planos antigos e talvez abandonados podem ser retomados para reconstruir uma nova história.
Busque os sonhos de Deus para sua família!

3- Na Alegria do Senhor: Jeremias 31.7-14

A nação de Israel tinha perdido seu brilho e seu povo estava entristecido pela opressão que sofria. Então Deus manda uma mensagem falando de alegria. O Senhor convida o povo a cantar (v.7), promete que voltarão à terra prometida (v.8), que seu choro cessaria sendo guiados pelo próprio Deus (v.9), como um pastor que guia seu rebanho (v.10). O Senhor diz que trará júbilo ao seu povo (v.12) e muita festa (v.13) e fartura (v.14).
A família precisa ser feliz. Somente a alegria que vem de Deus através do fruto do Espírito Santo (Gálatas 5.22). Sempre que tiver oportunidade festeje com seus familiares pelas conquistas juntos (Lucas 15.6,9 e 23).
Alegre-se com sua família!

4- Pare de se queixar e ore: Jeremias 31.15,16

Deus disse que ouviu o choro das mães por seus filhos e diz para “reprime a tua voz de choro e as lágrimas de teus olhos” (v.16), porque chegou o tempo da vitória. O Senhor promete o retorno dos filhos que é fruto da resposta de oração do povo por seus familiares.
A reclamação não traz nenhum benefício à família e para nada. Precisamos aprender a orar mais e confiar no Senhor. Então não fique lamentando ou culpando seus familiares por qualquer coisa, mas busque a Deus em oração.
Ore mais e reclame menos!

5- Busque a Conversão da Família: Jeremias 31.18-24

O Senhor exorta o povo a se voltar para Ele. Nada adiantaria retornarem para a terra de Israel e continuarem com seus velhos pecados. Por isso o povo clamava: “converte-me e serei convertido, pois tu és o Senhor, meu Deus” (v.18). Esta oração era fruto de arrependimento sincero do povo (v.19), que moveu o coração de Deus (v.20). Mas o Senhor chama atenção que marquem bem o caminho de volta para não errar novamente (v.21) e os abençoa (v.22).
A maior bênção que a família precisa não são os livramentos, prosperidade, relacionamentos bons ou qualquer outra coisa senão a conversão e salvação da família (Atos 16.31). A salvação da família não é apenas aqui na terra e sim para a eternidade (Josué 24.15).
Sua família precisa ser salva!

6- Faça uma Aliança com Deus: Jeremias 31.31-34

O povo havia quebrado sua aliança da lei com o Senhor (v.32) e por isso Deus lhes chama profeticamente bem antes da vinda de Jesus ao mundo, para que façam uma Nova Aliança com Deus. Esta Aliança seria no seu coração (v.33), com ajuda do Espírito Santo e sob a Graça de Deus (v.34).
Antes de querer que sua família mude, você precisa fazer uma Aliança com Deus para ser um servo ou serva de Deus verdadeiramente e então Deus há de abençoar seu lar para também viver sob a mesma Aliança.
Deus tem uma Aliança com sua Família!

7- Confie nas Promessas de Deus: Jeremias 31.35-40

Deus que estabeleceu as leis da natureza que nunca falham (v.35), nos garante que assim como estas leis são permanentes, também as suas promessas não hão de falhar (v.36). Assim como a profundidade dos céus e a imensidão da terra também o amor de Deus por nossas famílias é infinito (v.37). o Senhor prometeu que Jerusalém seria totalmente reedificada (v.38,39) e que jamais seria destruída novamente (v.40).
Por mais problemas que sua família tenha, as promessas de Deus são muito maiores, em número superior e capazes de transformar tudo. Busque fé na Palavra de Deus e se alimente de mensagens que te inspirem a crer nas promessas do Senhor para seu lar (Romanos 10.17).
Creia nas Promessas de Deus para sua família!

Não perca a Esperança por sua família!

-CONCLUSÃO:
Não se desespere! Deus tem uma mensagem de esperança para sua família. Sua esperança será renovada através do Amor de Deus, que renova os sonhos de sua família e traz alegria de volta ao seu lar. Tome uma postura de parar de reclamar e orar mais, busque  a conversão de seus familiares, faça uma Aliança com Deus e confie nas promessas do Senhor para seu lar.

Há esperança para sua família!